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10 de Junho – Dia da Língua Portuguesa e da Morte De Camões


No dia 10 de junho de 1580, Luiz Vaz de Camões; um dos maiores poetas portugueses; faleceu e por ter sido uma figura tão importante na literatura internacional, foi escolhido para representar a data de comemoração do Dia da Língua Portuguesa. Camões conviveu com grande parte das aventuras marítimas dos portugueses, conhecendo e poetando também sobre as aventuras de seus antepassados. Por esse motivo, também foi escolhido para ser o Dia de Portugal essa mesma data. 

Vale lembrar que cerca de 250 milhões de pessoas no mundo falam a Língua Portuguesa atualmente e que é aqui no Brasil que estão 80% desses falantes. O português é a língua oficial em: Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. 

Por toda a importância dada a Língua Portuguesa, seu ensino agora é obrigatório nos países que compõem o Mercosul. Não oficialmente, o português também é falado por uma pequena parte da população em Macau (território chinês que foi até 1999 administrado pelos portugueses); no Estado de Goa, na Índia (que foi possessão portuguesa até 1961) e no Timor Leste, na Oceania (até 1975 administrado pelos portugueses, quando foi tomado pela Indonésia, e atualmente é administrado pela ONU). 

Pensando em especial na comemoração do dia 10 de junho, se faz necessário citar que a Língua Portuguesa é a quinta língua mais falada do planeta e a terceira mais falada entre as línguas ocidentais, ficando atrás somente do inglês e do castelhano.

O melhor livro que eu quis não ter lido: como uma história “sem história” pode mudar uma vida. - via Literatourtura

Cândido Portinari -  Retirantes - www.galerialagiocondabrasil.blogspot.com (1)

Essa é a história de como um livro do qual me arrependi de ler mudou bastante o curso da minha vida.
Eu tinha 12 anos, acho, quando minha mãe, que até hoje dá aulas, chegou em casa com o livro, me estendeu e disse “Os professores todos ganharam. É um jogo.” A maior parte da capa era tomada por uma reprodução do quadro Retirantes, de Candido Portinari. Um velho, cujo rosto partido me fazia pensar em terra esturricada, segurando algo que parecia a foice da morte, me intimidou. Me esforcei para continuar com a cabeça abaixada, encarando o livro, para que minha mãe não visse minha expressão de completo desagrado, focada naquele ser mais à direita da ilustração, pois conseguia ver ali uma criança aproximadamente da minha idade, o que gerava alguma identificação. E aos pés do serzinho, vinha escrito RPG para iniciantes. Eu já conhecia aquela sigla, embora não tivesse ideia do que as letras significassem, e diante da imagem chocante, eu não me importava realmente. Não me julgue mal por minha reação. Eu era uma criança e minha mãe normalmente só me estendia coisas bonitas, não feias e tristes.
O livro passou alguns dias sobre uma pilha de revistas que havia no quarto de minha mãe, e teria ficado lá se ela não tivesse me perguntado se eu o lera. Ela sempre me incentivava a ler, bem melhor do que minha escola fazia. Com nove anos, deixei uma das professoras desconfortável por já ter lido Jorge Amado, ao contrário dela. Isso começou quando, antes de dormir, minha mãe lia “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” para mim, ou poemas de Cecilia Meireles, ou algum outro livro que eu achasse na biblioteca da escola e cuja capa fosse bonitinha. Eu jamais pegaria um livro que tivesseRetirantes estampado na biblioteca. Mas era minha mãe quem estava me pedindo para ler, então, eu teria que ler. Como eu poderia olhar para minha mãe e dizer a ela que não ia ler o livro?
Mas aquele livro, ah, aquele livro não era para ser lido.
O livro começa com as instruções de jogo. Cada jogador seria um dos 6 protagonistas da história, e diz que apesar de cada jogador representar seu personagem, todos ficam sentados juntos, “Ninguém sai por aí falando e fazendo coisas estranhas.”, diziam as instruções. Hoje em dia, eu acho bem mais legal sair por ai falando e fazendo coisas bem mais estranhas do que aqueles personagens seriam capazes, mas isso é assunto para outro momento.
A história gira em torno do roubo do quadro Retirantes, sendo que as telas Criança Morta e Enterro na Rede, que juntas formam a série de quadros também chamada de Retirantes, todas de Portinari, também haviam sido roubadas semanas antes. Os seis protagonistas tem seus motivos para encontrar o ladrão, sendo eles mesmos suspeitos do roubo. Se você alguma vez já jogou Cluedo, sabe o que é estar no papel de detetive e suspeito ao mesmo tempo. A investigação passa por locais que marcaram a vida de Portinari, como a galeria de arte em Paris, onde o pintor fez sua primeira exposição na Europa, a sede do Partido Comunista Brasileiro, pelo qual Portinari foi candidato, e pela sede da ONU, em NY, onde se encontram os painéis Guerra e Paz. Nesses locais se consegue as pistas para encontrar as obras de arte. Entender a obra de Portinari, em particular a serie de quadros Retirantes, é essencial para se desvendar o mistério. Uma das cenas mais interessantes e tocantes do jogo/história se passa na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde Portinari estudou. Um professor de artes pede aos protagonistas que desenhem, cada um, uma recordação, a lembrança mais vivida de suas infâncias, e as usa para explicar que a marca da obra de Portinari são suas raízes e as lembranças da infância.
Quando terminei de ler tudo, me senti roubada. Magoada. Eu não queria ler o livro, pois era orgulhosa demais para escolher uma capa com figuras tão cadavéricas para ler. Mas esse mesmo orgulho não me permitiria dizer à minha mãe que não leria qualquer coisa. Então o li, e o livro me roubou o prazer de viver aquela aventura digna daquela que na época era e ainda é a minha heroína, Carmen Sandiego, viajando pelo mundo e pesquisando fatos para se desvendar o mistério do roubo. Fui privada de pensar no que fazer, com quem falar e como investigar, em procurar bases para decidir como minha personagem reagiria ao roubo, ao encontro com o ladrão e ao achar as telas, pesquisar sobre os locais que visitaria atrás da melhor forma de agir. Eu não poderia me orgulhar de vencer, afinal, eu agora sabia como tudo aquilo acabava, como seria se tivesse lido qualquer outro livro. Não que eu não gostasse das aventuras vividas pelos protagonistas de outros livros, mas aquele em particular me prometeu deixar que eu fosse parte daquela história, que eu escolhesse os caminhos. E agora, eu sabia todos os caminhos e onde estes levavam.
Claro, esse sentimento durou quase nada, mas nem por isso deve ser ignorado, pois é esse sentimento de curta duração que nos leva à conclusão dessa história.
Fora informações sobre um dos mais admiráveis pintores brasileiros, aquele que mais alcançou repercussão fora do Brasil, as coisas mais importantes que eu aprendi com o livro foram sobre mim mesma. Sobre minha reação ao ver o quadro na capa. Portinari esperava que eu me chocasse com o velho e que me identificasse com a criança, assim como outras pessoas se identificariam com algum dos outros membros da família. Ele quis me lembrar de que, apesar de minha mãe normalmente me estender coisas bonitas, havia outras mães que sequer tinham algo para estender às suas crias. Fez-me saber que essa era uma realidade, ainda que retratada tortamente, que poderia ser a minha. Ele queria despertar o interesse da elite nessa realidade que era evitada, como eu evitaria um livro com aquela capa, assim como ele veio a se interessar por essas pessoas que eram parte dele mesmo, ao ponto de tentar governar em nome destas, enquanto vivia em Paris. Ah, tenho tão boas lembranças de Paris.
Tentei, da minha maneira, fazer algo semelhante agora. O titulo do texto é questionável, e minha atitude perante o livro é muito questionável, sei disso. Se tudo aconteceu como eu esperava, você me rejeitou no principio da história, como eu rejeitei o livro em principio. Então vem o conteúdo frio, as reais informações sobre o livro Mini GURPS: O Resgate de “Retirantes”, de Carlos Eduardo Lourenço, para despertar algum interesse real no texto e dar sentido à sua existência, e, por fim, toda uma questão mais emocional, a lembrança da infância. RPG tem dessas coisas. A história muitas vezes vem pronta na cabeça do mestre, mas a parte emocionante que nós sentimos é nossa. Quando falo desse assunto, não tem como não ser pessoal. Meu arrependimento sobre ter lido o livro, passou. Eu nunca cheguei a realmente jogar essa história, mas foi meu primeiro contato significativo com RPG. Só posso dizer que ter tido esse contato fez uma enorme diferença na minha vida.
Revisado por Felipe Rocha 


"Magia, Escolas e Acusações de plágio: As Histórias por trás da saga Harry Potter; " - Via Literatortura

Quando se fala em bruxo, magia, escola de magia e outras coisas assim, a primeira coisa que vem à cabeça é: Harry Potter.

A saga criada por J. K. Rowling é sucesso mundial e é um dos livros mais vendidos de todos os tempos. Todo mundo já ouviu falar em Harry Potter, o famoso garotinho magro e franzino com uma cicatriz na testa e que se torna bruxo. No entanto, a história de bruxos e magia em escolas recheadas de mistério não foi uma ideia original da Rowling. Nem mesmo foi uma das primeiras.

Ao dizer essa afirmação, algumas pessoas pensam “Ah, então é Senhor dos Anéis, certo? Por causa do Gandalf e todos os outros magos…”

Não.

Decerto Gandalf é um personagem mago muito sábio e bem conceituado. As histórias da saga de 7 livros de Rowling e da trilogia de Tolkien se assemelham bastante (até surge de vez em quando no meio de leitores “quem é melhor: Gandalf ou Dumbledore?”) Mas as características das obras que eu quero mostrar são bem mais parecidas.

Pois bem, o principal objetivo que me faz escrever aqui é esclarecer. Para escrever sobre este assunto, quero deixar claro que
pesquisei e tirei conclusões baseadas em conceitos coerentes e reais; fatos. Como fã de um dos autores que já vou apresentar, resolvi estudar profundamente o assunto, e, apesar de ser fã, garanto que serei o mais imparcial dentro do possível – tal coisa não digo por mim mesmo.

Essas histórias são fantásticas (de todas as formas), e, visto que Harry Potter é sucesso mundial, por que diabos essas outras obras que deram origem à saga famosa não chegaram nem perto?

Quero começar aqui de forma não-linear. Vou começar com Neil Richard Gaiman.


“Um verdadeiro homem da renascença, que navega com fluidez pelos mundos da ficção, do horror e da literatura infantil, Neil Gaiman também já fez um pouco de tudo, sempre com raro talento e sucesso: ele escreveu graphic novels, HQs, contos, biografias, roteiros etc. Para a maioria dos fãs e para os leigos, ele é o homem por trás da série Sandman. Mas a abrangência de Gaiman no contexto pop vai muito além disso.” – retirado do livro O príncipe de histórias – os vários mundos de Neil Gaiman.

O autor britânico Neil Gaiman consagrou-se por escrever Sandman, HQ publicado em 1988 pela Vertigo, com o selo de adultos da editora DC Comics. Como diz a breve biografia, Gaiman não possui só Sandman com grande sucesso, ele foi também autor de obras como Deuses Americanos, Stardust, Coraline, O Livro do Cemitério, e o seu mais novo livro The Ocean at the End of the Lane (ainda não publicado no Brasil). Duas de suas obras foram adaptadas ao cinema: Coraline e Stardust, e em breve O Livro do Cemitério.

O fantástico e o sobrenatural, magias, mistério e figuras mitológicas em geral, são assuntos abordados com frequência em suas obras. Há raras exceções, como no livro Coisas Frágeis, onde são vários contos, e alguns dos quais apresentam assuntos realistas, com pouco teor sobrenatural. No entanto dentre as muitas criações de Gaiman, vou destacar aqui Os Livros da Magia.

Timothy Hunter é um garotinho inglês magro, de cabelo preto, usa óculos, gosta de andar de skate e tem o potencial para ser o maior bruxo do mundo. Interessante, não? Parece com alguém? Pois é. Os Livros da Magia foi um HQ publicado em 1990, enquanto o livro Harry Potter e a Pedra Filosofal só foi lançado 7 anos depois. Tim sai pelos mundos vendo as vantagens e desvantagens em ser um bruxo, viajando pelo tempo e escapando por um triz da morte, na companhia de ninguém menos que John Constantine (entre outros personagens da DC, como até mesmo o Sandman).

As semelhanças são grandes, porém a história é bem diferente, e, enquanto Rowling escreveu (mesmo que sem intenção) para um público infantojuvenil, Gaiman escreveu para um público mais maduro. Vale ressaltar também que Tim Hunter possui uma coruja chamada Yo-yo e numa das edições o garoto aparece com uma marca na testa. Segundo o que dizem ela traria proteção a ele.

O HQ também saiu em formato de livro, escrito por Carla Jablonski (com a licença de Gaiman, claro), e basicamente a história não muda. Outro fato interessante é que no início do livro há uma pequena introdução de Gaiman, ele confessa que a princípio a ideia era um garoto estudando magia em uma escola secreta na Inglaterra:

“Quando eu ainda era adolescente, poucos anos mais velho que Tim Hunter neste livro que você tem nas mãos, resolvi que estava na hora de escrever meu primeiro livro. Ia se chamar Wild Magic (algo como Magia Maluca), e seria ambientado em uma escola particular britânica não muito importante, igual àquelas de que eu recentemente escapara. Mas seria uma escola particular britânica não muito importante que ensinava magia.”
Uma curiosidade: Darkstalkers (série de jogos eletrônicos de luta, produzido pela Capcom) ganhou uma série animada, produzida nos Estados Unidos. O enredo da série e a caracterização de alguns personagens são modificados e há a inclusão de um novo exclusivo: Harry Grimoire, baseado explicitamente em Tim Hunter – só que Grimoire é loiro.

Mas a ideia de Neil Gaiman, também, não é tão original assim. Agora vamos falar sobre Diana Wynne Jones. 


Se você achou que Tim Hunter era parecido com Harry Potter, precisa conhecer as histórias desta autora. À medida que o garoto bruxo de Gaiman se parece fisicamente com o da Rowling, os mundos, personagens, situações que Diana cria em suas obras são em escala bem maior. Em 1977 a também britânica D. W. Jones escreveu Vida Encantada, o primeiro livro da série Os Mundos de Crestomanci,

A narrativa envolve uma série de poderosos magos de nove vidas que recebem o título “Crestomanci” e são chamados quando surgem problemas com o uso indiscriminado de magia nos mundos paralelos.

A história do livro se passa num castelo, onde dois órfãos em foco aprendem magia com outras crianças. Não só nesta série, mas também em quase todas suas obras, podemos notar aspectos parecidíssimos aos que Rowling adotou na saga: o fato de aprender magia (num castelo, numa escola, por um tutor) existir regras quanto usar magia (idade e cargo social, por exemplo), os medos e incertezas quanto a ser um bruxo, atritos entre bruxos e não-bruxos etc, fazem muito o estilo dela. Este último exemplo ocorre nitidamente em A Semana dos Bruxos, da mesma série, em que há um garoto chamado Charles Morgan que descobre ser um bruxo.

“Charles cambaleou para o centro do vestiário, perguntando-se qual tipo de milagre era aquele que conseguia fazer um garoto enorme olhar direto através de uma pessoa. Agora que sabia que isso havia acontecido, Charles tinha certeza de que o rapazinho não fingiu – ele realmente não vira Charles parado ali.
– Então o que foi que fez isso acontecer? – Charles perguntou às roupas anônimas penduradas. – Magia? – Sua intenção havia sido fazer uma pergunta sarcástica, o tipo de coisa que a gente diz quando desiste de entender alguma coisa. Mas, por um motivo qualquer, não foi assim que soou. Logo que ele disse isso, uma suspeita enorme e terrível que vinha tomando corpo, quase despercebida, no fundo da mente de Charles, como uma dor de cabeça chegando, foi para frente dos seus pensamentos, como uma dor de cabeça que já chegou. Charles começou a tremer outra vez.
– Não, não foi isso. Foi outra coisa qualquer! – disse. Mas a suspeita, agora que estava ali, exigia ser expulsa agora e de forma definitiva.”

Neil Gaiman afirma ter se inspirado neste garoto franzino de óculos (que tem particularmente um olhar fulminante) dessa obra. Gaiman, no entanto, antes de publicar o primeiro volume de Os Livros da Magia, resolveu pedir permissão a Diana para utilizar a imagem de Tim Hunter, visto que, sem Charles, Tim nunca teria existido! Ela, por sua vez, permitiu com imenso prazer e desejou-lhe sucesso.

Há outros fatos curiosos nas obras de Diana e Gaiman que se parecem muito com artefatos, objetos, usados na saga do Potter, como por exemplo, a capa da invisibilidade, onde aparece no início do livro O Castelo Animado. (Há uma adaptação desse livro feito pelo diretor Hayao Miyasaki, o mesmo de As Viagens de Chihiro).

Diana Wynne Jones teve aulas com Tolkien e C. S. Lewis na Universidade de Oxford (tente não morrer de inveja).

Neil certa vez foi perguntado sobre a semelhança entre os personagens, e respondeu:

“Não acredito que Rowling tenha copiado Os Livros da Magia, duvido que ela tenha lido os quadrinhos e não importa se leu: eu não fui o primeiro autor a criar um jovem mago com potencial, nem Rowling foi a primeira a mandá-lo para a escola. Não são as ideias que importam e sim o que você faz com elas.”

Realmente “copiar” é um termo forte, mas, apesar de uma resposta educada e coerente, particularmente discordo de Gaiman: é (mais que) provável que Rowling tenha tido contato com Tim Hunter e Charles Morgan – e também muitas outras obras dos dois autores! – E claro que ideias importam, elas são a base para tudo, o diferencial.

De qualquer forma isso não implica em ser mentira que a autora tenha tido uma inspiração repentina anotada em guardanapos de um café londrino, como costuma divulgar. Só que essa inspiração não teria sido tão repentina.

Uma pequena brincadeira: Peter Gross, roteirista dos últimos capítulos de Os Livros da Magia, fez uma referência à suposta cópia. No último capítulo da série, o irmão retardado de Tim Hunter, Cyril, usa uma pedra mágica para ficar igual a Tim em aparência e entra na Plataforma 9 3/4 da King’s Cross Station, rumo à escola de Hogwarts – na qual estuda Harry Potter. “Que diabos, foi bom pelo menos dar ciência ao público dos quadrinhos de que temos conhecimento das semelhanças”, diz Gross.

Mas, há um fato ainda mais interessante e intrigante: Larry Potter and His Best Friend Lilly.

Sim, parece uma coisa feita só de brincadeira, mas não é, esse livro foi escrito por Nancy Kathleen Stouffer, em 1984. Para começar o título, temos “Larry Potter” e “Lilly”, dois personagens da série Harry Potter (tudo bem que Lilly no livro acima é com dois “l”s, e a mãe de Harry só tem um).

E tem mais! N. K. Stouffer começou a alegar direitos autorais e marca registrada que teriam sido infringidos por J.K. Rowling, por causa do livro The Legend of Rah and the Muggles, publicado também em 1984. Stouffer teria inventado os muggles (trouxas), espécie de humanóides não-mágicos, e o personagem Larry Potter, um garoto que usa óculos e tem cabelo preto. Stouffer sustenta até hoje que não são apenas estes exemplos e nomes similares, mas que é “O efeito cumulativo de tudo isso combinado” com outras semelhanças que ela lista em seu site “Verdadeiros trouxas”

Há outros livros também que se assemelham ao mundo de bruxaria, magia e escolas mágicas, como Terry Pratchett e sua Universidade Invisível na série Discworld, Michael Ende e o livro A Escola de Magia e Outras Histórias. Mas isso requer mais tempo para ler os livros com atenção e pesquisar a história (fica para a próxima).

Queria deixar bem claro aqui que não estou desmerecendo o trabalho de Rowling (não propositalmente), admiro e gosto bastante de Harry Potter, foi algo que esteve presente em toda minha infância, e Rowling escreve divinamente bem, de forma que não imagino como alguém consiga não gostar dela.

No entanto, como já disse anteriormente, há outros escritores que são tão fantásticos quanto, e ficaram ofuscados pelo seu sucesso, e merecem tal reconhecimento e admiração.

Leiam Neil Gaiman e D. W. Jones por conta própria, e percebam muitos outros aspectos que se assemelham a Harry Potter. Com isso, você não estará diminuindo a grandiosidade da série de Rowling, mas sim, abrindo-se para outras perspectivas.

Fonte: http://literatortura.com/2013/06/03/magia-escolas-e-acusacoes-de-plagio-as-historias-por-tras-da-saga-harry-potter/

Conheça 10 Famosas Inspirações e Adaptações de Shakespeare para a Contemporaneidade;


Uma longa apresentação sobre William Shakespeare (Stratford-upon-Avon, 23 de Abril de 1564 — Stratford-upon-Avon, 23 de Abril de 1616) não se faz necessária. Aliás, pouco se sabe sobre sua vida.
O que realmente nos interessa é que Shakespeare foi um dos maiores dramaturgos de todos os tempos, considerado o maior escritor de língua inglesa. De todas as suas obras restaram até hoje 38 peças, 154 sonetos, dois poemas de narrativa longa e diversas poesias.
Enquanto vivo, o autor sofria com a “crítica literária” da época, mas sua reputação começou a crescer no século XIX. E ainda hoje, suas obras, as quais a maior parte foi escrita entre 1590 e 1613, continuam sendo tão atuais que o mundo da Cultura Pop não perde a oportunidade de retratá-las, cada vez mais, num recorte temporal atual.

Faroeste Caboclo | Impossível deixar de conferir João de Santo Cristo em “carne e osso”! - Por Literatourtura

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Todo mundo que nasceu no Brasil nos anos 70 e 80 conhece Legião Urbana e já cantou alguma música deles (e não adianta você dizer que não, eu sei que é mentira!). O icônico grupo encabeçado pelo memorável Renato Russo consagrou uma série de sucessos em seus 14 anos de carreira e fez todo mundo cantar a história de personagens super carismáticos eternizados por canções como Eduardo e Monica e, é claro (e como sempre), Faroeste caboclo. Muita gente já fez videozinhos baseados nessas músicas e há no YouTube uma série de coisas bem bacanas criadas por um pessoal pra lá de criativo que vale a atenção de vocês (como isto e isto). Era óbvio que, hora ou outra, esses verdadeiros roteiros em forma de música iam ser levados “a sério” por alguém bem esperto que gosta de ganhar dinheiro. Quem se deu bem (pra variar) foi a galera da Globo Filmes e, seis anos e 6 milhões de Reais depois do início da produção (o troço demorou tanto pra sair que até o Marcos Paulo, que interpreta o pai da Maria Lúcia, já morreu)
, eis que Faroeste caboclo – o filme finalmente chega às telonas no dia 30 de maio.
Pois bem, vamos começar relembrando todo mundo da história de João do Santo Cristo. Pra quem tá meio esquecido, vejam aqui o vídeo da música.
Pronto, agora que tá todo mundo com a memória aquecida, vamos ao filme. Em primeiro lugar, preciso alertá-los de que, como o próprio diretor deixou bem claro, “não é um videoclipe”, é uma adaptação para cinema. Ou seja: aqueles que esperam ver a história de João do Santo Cristo, Maria Lúcia, Jeremias e toda tropa exatamente como cantada na música de Renato Russo podem tirar o cavalinho da chuva. Muitas coisas foram seguidas à risca, mas algumas foram alteradas e/ou simplesmente eliminadas da trama. Isso é ruim? Olha, não exatamente. A história está bem amarrada e a boa atuação de Fabrício Boliveira (João), Isis Valverde (Maria Lúcia) e Felipe Adib (Jeremias) ajuda muito.


Foram inseridas, também, algumas “explicações” que não são relatadas na música e que ficaram bem bacanas (por exemplo, a maneira como o pai de João morreu e por que Maria Lúcia “virou a casaca” no meio da história). Mas eu, particularmente, que adoro adaptações bem fiéis às suas propostas originais (seja um livro ou, nesse caso, uma música) senti falta de alguns elementos, sim. Não acho que prejudicou o andamento da história, porém, faltou algumas coisas teriam enriquecido o filme (só pra dar um exemplo, o trecho em que João ouve do velho “você perdeu a sua vida, meu irmão”. Pô, é quase um bordão isso! É uma fala muito impactante, excelente pra cinema) e simplesmente não foram utilizadas, sabe lá Deus por quê. (Outra coisa que foi ignorada e de que me lembrei agora foi o bafafá causado pela briga entre João e Jeremias, lá no final de tudo, que certamente daria uma cena bem legal. Enfim.)
A fotografia é muito bonita, as locações são sensacionais e toda a equipe de produção do filme está com certeza de parabéns, pois conseguiu criar um visual digno dos melhores westerns americanos. A trilha sonora é toda baseada nas bandas ícones dos anos 80 e traz uma nostalgia gostosa, fazendo a gente bater o pezinho no chão toda vez que toca algum clássico. Bem bacana. Além disso, é sempre legal ver algo que a gente sempre imaginou apenas na cabeça, criar vida e encher aquela telona bonita. É… gratificante. Acho que é essa a palavra.
Resumindo: vale a pena? Vale. Pode não ser exatamente como você imaginou (afinal, todo mundo vai pro cinema com o filme já montado na própria cabeça), mas é muito bem feito, visualmente bonito e agradável de assistir. Além do que, João do Santo Cristo faz parte das nossas vidas há tanto tempo que seria uma heresia ignorar sua “existência” agora que ele finalmente está aí “de verdade”.

Livro raro de Harry Potter é vendido por quase 500 mil R$!



R$ 460 mil é o valor exato do preço que foi leiloado uma edição de Harry Potter e A Pedra Filosofal [na verdade, a primeira edição de 1997, que só possui 500 exemplares raríssimos]. O motivo do valor tão alto? A obra possui anotações e ilustrações feitas à mão da J.K Rowling. O livro fez parte de um leilão beneficiante onde outros 50 títulos – principalmente, contemporâneos – foram leiloados. A ação é de responsabilidade da associação literária “English PEN”.
O exemplar foi o livro mais caro vendido até hoje da escritora. Ele contém 43 páginas com anotações referente tanto a obra original, quanto a adaptação cinematográfica, num total de mil e cem palavras. Além dos escritos à mão, outras 22 ilustrações compõem a bagatela paga pelo comprador.
As anotações partem desde pequenas observações para curiosidades pessoais, como:
“O Quidditch foi inventado em um pequeno hotel de Manchester após uma briga com o qual então era meu namorado. Fiquei pensando naquilo que mantém a uma sociedade unida e compreendi que precisava de um esporte”.
As ilustrações, por sua vez, dão conta do distintivo de Hogwarts, de Harry sendo entregue aos seus tios, ainda quando bebê e outros desenhos feitos pela própria autora, como já foi dito.
Informações dão conta de que enquanto o leilão era realizado, a sala permanecia em completo silêncio. Mutias eram as pessoas que desejavam levar o raro exemplar para casa. Porém, o comprador que, de fato, conseguiu a obra não foi identificado, pois fazia parte do leilão via telefone.

O Rio de livros iluminados na Austrália!

Que tal se deparar com livros no meio da rua e poder escolher os títulos que você quer levar para casa? Não, melhor… que tal você se deparar com cerca de DEZ MIL LIVROS iluminados no meio da rua e poder levá-los para casa?
Isso não é uma espécie de sonho ou ficção, aconteceu de verdade em Melbourne, na Austrália.


Essa foi uma brilhante (sem trocadilhos) ideia do grupo espanhol Luzinterruptus. Eles pegaram os livros considerados obsoletos das livrarias públicas da Austrália e iluminaram com pequenas lâmpadas de LED para dar um visual mais inovador.


Conheça o Curioso e Sensível Dicionário feito por crianças! - via Literatortura

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Já imaginou um dicionário feito por crianças? Engraçado, não? Bem, no mínimo, curioso. Mas foi este um projeto feito por Javier Naranjo, que, perguntou para várias crianças o significado de algumas palavras. Inicialmente a ideia surgiu quando, para celebrar o dia das crianças, Naranjo perguntou o significado da palavra “criança” e uma das crianças respondeu: “Uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir mais cedo”, o que encantou o professor.

Pelo menos para mim, não poderia haver nenhum outro resultado. Crianças são encantadoras, tudo para elas tem um significado diferente, de um jeito diferente de se ver. Aquele jeitinho inocente e infantil. Uma maneira tão “desconexa” ao nosso mundo e verdadeira, coisas que a maioria dos adultos, e inclusive, alguns jovens, já esqueceram. Há poesia na fala de uma criança.

O sorriso verdadeiro, aquele abraço sincero, uma cara de medo e até aquela verdadezinha que se escapa sem querer, e vemos isso no dicionário que ele criou, onde se tem conceitos onde: Guerra quer dizer “Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz.”, Mãe: “Mãe entende e depois vai dormir” e Violência “é a parte ruim da paz”.

Apesar de o livro ["Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças"] ter sido lançado inicialmente em 1999, ele ganhou destaque quando foi reeditado esse ano e foi a obra mais comentada na Feira Internacional do Livro de Bogotá, agora no final de Abril. Naranjo diz que passou dez anos pegando as informações e definições enquanto trabalhava como professor na região rural da Colômbia. O mais surpreendente das definições é sinceridade/inocência com que elas são feitas.

Em entrevista à BBC, Naranjo disse coisas como:

“Isso me faz pensar que o livro continua revelando, continua falando sobre as pequenas coisas [...] Eles têm uma lógica diferente, outra maneira de entender o mundo, outra maneira de habitar a realidade e de nos revelar muitas coisas que esquecemos [...] As crianças escolheram algumas palavras e eu também: palavras que me interessavam, sobre as quais eu me perguntava. Mas não fugi de nenhum [...] Nós adultos somos condescendentes quando falamos com as crianças e deve ser o contrário. Mais que nos abaixarmos temos que ficar na altura deles. Estar à altura deles é nos inclinarmos para olhar as crianças nos olhos e falar com elas cara a cara. Escutar suas dúvidas, seus medos e seus desejos”

Confira agora algumas das palavras usadas no dicionário feito por crianças:

-Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)

-Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)

-Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos)

-Branco: O branco é uma cor que não pinta (Jonathan Ramírez, 11 anos)

-Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos)

-Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)

-Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos)

-Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana María Noreña, 12 anos)

-Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos)

-Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)

-Guerra:Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Mejía, 11 anos)

-Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos)

-Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos)

-Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos)

-Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos)

-Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos)

-Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)

-Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes (Iván Darío López, 10 anos)

-Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)

-Tranquilidade: por exemplo quando seu pai diz que vai te bater e depois diz que não vai.

-Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)

-Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos)

Saldão Cultural no Walmart!

Zapeando pela net me deparei com essas super promoções do saldão cultural do Walmart , livros com preços entre 4,90 até 9,90. É o paraíso
 dos leitores corram lá e garantam seus exemplares, como os livros do Andre Vianco (Turno da noite vl. 
2 e 3) por 4,90.

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Lançamento Madras Editora!

Olá Pessoinhas!

Bom hoje tive uma ótima noticia da madras editora, que lança em primeira mão o seu primeiro livro com paginas amarelas. Eu sou um dos primeiros blogueiros a ter esta maravilha em mãos e olhem que assim que chegar dou meu parecer a vocês, mas conversando com a equipe que diagramou o livro vale muito a pena por que ele segue o padrão americano de publicação não percam em breve a resenha aqui no PMF


Título: Aurora Egípcia
Subtítulo:  Expondo a Verdade Nua e Crua Por Trás do Egito Antigo      
Autor:  Robert Temple
Assunto/Gênero:  História/Arqueologia
Páginas:  528
Formato:  16x23 cm
Orelha:  7 cm
Editora:  Madras Editora Ltda.
Tipo de Capa:  Laminado Brilhante
              Quarta capa:  Os mistérios do Egito Antigo provaram ser uma fonte inesgotável de fascínio ao mundo. Aqui, pela primeira vez, Robert Temple pretende revelar a história real das origens enigmáticas dessa civilização antiga e, ao fazer isso, questiona verdades aceitas sobre a história primitiva do Egito. Com um acesso inédito às partes perdidas do Templo do Vale, que foi fechado aos arqueólogos há muito tempo, Temple apresenta uma história reconstruída sensacional dessa sociedade fascinante. Explorando os vários caminhos que conduzem à verdade na história do Egito Antigo, Aurora Egípcia demonstra: que a Grande Pirâmide não pode ter sido construída pelo rei Quéops;as posições exatas de sete tumbas reais intactas do Antigo Império que no momento aguardam para serem abertas em Gizé e o verdadeiro objetivo e projeto do Planalto de Gizé e suas três pirâmides principais; a existência do maior círculo megalítico e observatório astronômico do mundo no norte da África e sua possível ligação com as pirâmides; que o Templo do Vale está repleto de passagens e câmaras não relatadas antes; a verdadeira data da misteriosa “Tumba de Osíris”, que fica a 34,7 metros embaixo do Planalto de Gizé.

Novidades...

Bom Estive muito tempo longe daqui do PMF. Agora to voltando com tudo , para novos leitores, e com novidades..

Bem, como alguns sabem estou eu cá, morando em Curitiba em meio ao marasmo e ao bucolismo... aiaiai. Descobri que por aqui tem muito o que se fazer na educação e ativei meus super poderes para criar em uma escola aqui perto de minha casa uma oficina de criação literária.

Como fazer para se criar um livro, qual o passo a passo? Enfim tudo explicadinho para eles, e ai fui  chamado para dar uma mão nas aulas de literatura e português  alunos são alunos, mas alguns até que valem a pena outros nem tanto. kk. Mass Voltando ao curso ele se baseia no ciclo que vou colocar ai em baixo. com todos os estágios do livro manuscrito até o leitor final.

Mas tem muito mais vindo por ai , agora que botei minha leitura em dia, logo tenho resenhas novas e quentinhas no blog e o projeto do meu próximo evento literário que vai acontecer aqui em Curitiba!


Bom por enquanto é isso ai.

Fui.


Parabéns Ron!!!!




Leal e companheiro, Rony vem de uma família de bruxos de puro-sangue. Sexto numa fila de sete filhos, Rony sai do sério quando tem de encarar roupas e livros de segunda mão, o que é constante em sua vida. É dono de um ótimo coração e defende com unhas e dentes todos aqueles que ama. Mas perde a paciência facilmente. Em alguns momentos, Rony também é glorioso, quando como ele leva Grifinória à vitória no último jogo em Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Outro momento de glória, ainda no quinto ano, foi quando ele foi escolhido Monitor de Grifinória junto com Hermione. No sexto ano, ganha espaço em sua vida amorosa - ele tem um caso pegajoso com Lilá Brown.

Nasceu em 1 de Março de 1980, sendo o sexto filho (e último rapaz) de Arthur Weasley e Molly Weasley. Os Weasleys são uma das mais antigas famílias de bruxos Sangue-Puro, mas a sua amizade com os Trouxas e com Dumbledore faz com que por vezes sejam mal vistos entre algumas famílias, sendo chamados por muitos de "traidores do sangue". Os Weasleys vivem numa casa chamada A Toca, onde Harry e Hermione costumam ir nas férias.

Rony é um rapaz divertido e leal, mas por vezes sente-se frustrado por ter que lidar com cinco irmãos mais velhos que marcaram Hogwarts, e isso faz com que ele tente fazer o mesmo à sua maneira. Ele é um pouco inseguro em relação às suas capacidades e tem pouca auto-confiança. Sente-se frustrado por ser pobre e por quase tudo o que tem ser já usado.

Harry conheceu Rony no Expresso de Hogwarts no seu primeiro ano na escola, pois rapidamente os dois se tornaram amigos. Ele é muito leal a Harry, por vezes sente-se um bocado excluído por ele ser famoso e rico, o que faz com que os dois se chateiem durante um breve período em Harry Potter e o Cálice de Fogo .
O fato de ter sido Rony e não Harry nomeado monitor no 5º ano se deve apenas aos sentimentos de culpa de Dumbledore, que achava que Harry já tinha responsabilidades suficientes. Isso deu a Rony um novo espírito, pois foi a primeira vez que sentiu que havia superado Harry em alguma coisa.

Também foi admitido na equipe de Quadribol como Goleiro no 5º ano, depois da saída de Olívio Wood, que até então era o líder do time. No 6º ano Harry se torna o capitão do time e realiza testes para todas as posições, inclusive a de goleiro, entre os cinco competidores Rony se sai melhor, defendendo todos os pênaltis cobrados; porém mais tarde se descobre que a Hermione confundiu um dos competidores (pela vaga de goleiro) que poderia ter superado o Rony em habilidade. Neste mesmo ano, em um jogo decisivo, final da Taça Quadribol, depois de ter sofrido um pouco nos primeiros jogos, foi alvo de um pequeno truque de Harry que induziu o amigo a pensar que tinha tomado Felix Felicis e que por isso nada lhe poderia correr mal. Mas na verdade, Rony não bebeu a poção não tendo tudo passado de um bom efeito placebo. Rony remediou as coisas ao ajudar os Grifinórios a vencer de novo a Taça da Escola. Rony é afficionado por Quadribol e é um grande adepto dos Chudley Cannons. Também tem um enorme talento para jogar xadrez de bruxo.

Ele tem bastantes ciúmes de Vítor Krum com Hermione, e apesar de ter ido ao Baile de Inverno com Padma Patil, no 4º livro, não pareceu dar-lhe muita importância. No sexto livro, após ser humilhado pela irmã Gina Weasley, que disse que ele possuía a "Experiência de um garotinho de 12 anos", Rony inicia um namoro pegajoso com Lilá, que acaba meses depois por ela ter muito ciúmes de Hermione.

Ele é um apoiante dedicado de Harry, defendendo-o dos alunos que não acreditam nele no livro cinco, como Simas Finnigan. Faz parte da Armada de Dumbledore e lutou na Batalha do Departamento de Mistérios, no Ministério da Magia, contra os Comensais da Morte, ficando ferido mas recuperando-se pouco depois. Ele também participou da Batalha da Torre de Astronomia, que culmina com o ferimento de Gui Weasley e a morte de Dumbledore no 6º livro; No último livro, Rony ganha de herança no testamento de Alvo Dumbledore o Desiluminador que, até o momento, sabia-se que servia para apagar as luzes ao redor. Ele continua com sua crise de ciúmes de Vitor quando o vê no casamento de seu irmão Gui e Fleur Delacour. No casamento, Rony convida Hermione para dançar antes de Vitor, tentando evitar o mesmo clima ruim causado no Baile de Inverno. Ele, Harry e Hermione saem juntos para procurar as Horcruxes. Rony se passa por Reginald Cattermole para entrar no Ministério da Magia e conseguir o medalhão, sendo uma das partes da alma de Voldemort. Após a fuga, Rony estruncha e fica impossibilitado de aparatar, obrigando o grupo a continuar a busca andando. Passado um tempo Rony que tem sua moral baixa e com a mente afetada pelo Medalhão de Slytherin briga com Harry e Hermione e abandona o grupo. Rony pela primeira vez tem uma decisão díficil em suas mãos pois quando retorna com a ajuda do Desiluminador de Dumbledore (descobrindo sua real função) e salva Harry de ser afogado em um lago congelado. Com a Espada de Gryffindor, depois de retirada do lago, Rony destrói o medalhão que projetou imagens falsas de Harry e Hermione para tentar amedrontar Rony. Ele faz as pazes com Harry, embora Hermione não de modo amistoso. Ele conta aos amigos que havia fugido dos sequestradores por um bom tempo (tendo derrotado e roubado a varinha de um) e que passara o Natal em casa com a família, atualizando-os também das notícias do mundo bruxo. Depois de visitarem Xenofílio Lovegood para saber sobre as Relíquias da Morte, o trio é capturado por Fenrir Greyback e outros sequestradores e levados a Mansão dos Malfoy. Para o desespero de Rony, Hermione é torturada por Belatriz Lestrange, quem Rony desarma para salvar a garota. Rony depois se passa por Comensal da Morte, junto de Hermione (sob a forma de Belatriz) para entrarem no Banco de Gringotes em busca de outra Horcrux. Na batalha de Hogwarts, Rony e Hermione acabam se declarando um para o outro em um beijo totalmente fora de hora. Durante a guerra, Rony perde seu irmão Fred Weasley, mas continua a lutar bravamente e ajudar Harry e Hermione a destruir as últimas Horcruxes. Com a ajuda de Neville Longbottom, derrota Fenrir Greyback.

Mais tarde no Epílogo descobre-se que Rony casa-se com Hermione e tem dois filhos: Rosa Weasley e Hugo Weasley.

Para o Brasil, com amor (e fúria)

Animação nacional estreia nos cinemas em 22 de março e percorre seis séculos de História do Brasil sob uma ótica que não está nos livros didáticos
Gabriela Nogueira Cunha

“Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas.” Já dizia Pero Vaz de Caminha sobre os nativos de Vera Cruz. E em Uma História de Amor e Fúria, é assim mesmo que eles aparecem... Com tudo à mostra. A animação, que de infantil não tem nada e é mais voltada para o público adulto, narra a história de amor entre Janaína e Abeguar – um guerreiro tupinambá que sobrevive aos séculos ao assumir a forma de um pássaro. E põe séculos nisso: a narrativa dura seiscentos anos, atravessando um tanto de acontecimentos históricos. O filme estreia no próximo dia 22 de março nos cinemas.

5 livros perdidos que você nunca poderá ler



A Universia Brasil publicou uma interessante matéria que reúne grandes livros, que poderiam ter virado clássicos, mas, não viraram porque, simples, foram perdidos, esquecidos, roubados ou coisas semelhantes. Vale a pena conferir. Aliás, se você conhece outra(s) obra(s) grandiosa(s), não deixe de curtir e enriquecer ainda mais a matéria.


Para começar com as novidades!

Bom Pessoal é isso ai Blog com cara nova , não se assustem mas sacomé ano novo vida nova!

Agora no menu superior vocês podem viajar pelas seções do blog e conforme formos criando novas eu vou atualizando para vocês!

A próxima será o sorteio de um Kit de livros de rock da Madras Editora!

- Anuario Oficial
- Black Sabbath
- Metalica
- Led Zeplin

e muitos outros ...

Se interessou? Então vem e acompanha que jaja sai um post exclusivíssimo para o sorteio dos livros!

Um abraço!

Maxwell Candido!


“Eu tenho uma porção de coisas pra te dizer, dessas coisas assim que não se dizem costumeiramente, sabe, dessas coisas tão difíceis de serem ditas que geralmente ficam caladas, porque nunca se sabe nem como serão ditas nem como serão ouvidas.”
—           Caio Fernando Abreu. (via romantizar)

Hey Hey!

Nossa! o Blog agora começou a deslanchou de vez pessoal.... Parcerias com editoras e autores e cada dia um público mais amplo e maior, então jaja comemoramos um ano com o PMF, que antes era "Moans a little Dreamer" Bom nem sei como explicar o que sinto então vejam um Gif auto explicativo:


Muito Obrigado a todos vocês que fizeram isso acontecer:


YEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH



Abrações Max..>.<

Vampiros: Mito ou Verdade?


Até onde devemos acreditar nas lendas e histórias contadas através dos anos e séculos? Até onde é verdade tudo o que dizem sobre os seres da noite, os sanguinários, os macabros chupadores de vida da idade média?

Bem eu fiz várias pesquisas sobre o assunto mas comecemos pelo inicio(claro pelo fim que não seria), a etimologia, mas deixo claro que estou reproduzindo somente informações encontradas na rede, não quero ser o dono da verdade, muito menos o "Expert" no assunto, mas, segue o significado do termo: "Vampiro"

Etimologia:


O termo entrou na língua portuguesa no século XVIII por via do francês vampire, que o tomou do alemão Vampir, que por sua vez o tomou emprestado no início do século XVIII do sérvio вампир/vampir, quando Arnold Paole, um suposto vampiro, foi descrito na Sérvia na época em que esse território estava incorporado no Império Austríaco.

O Houaiss*, (é um dicionário de língua portuguesa elaborado pelo lexicógrafo brasileiro Antônio Houaiss. A primeira edição foi lançada em 2001, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia.) dá ainda como possível origem o húngaro, além do sérvio, apresentando como formas históricas vampire (c.1784), vampiro (1815) e vampyro (1857). 

Uma das primeiras ocorrências do termo registadas na língua portuguesa surge num texto português datado de 1784, em que é usada a forma vampire, indicando a sua proveniência directa do francês. Em 1815 regista-se já a forma actual, vampiro.

A forma sérvia encontra paralelo em virtualmente todas as línguas eslavas: búlgaro e macedónio вампир (vampir), croata upir /upirina, checo e eslovaco upír, polaco wąpierz, e (talvez por influência eslavo-oriental) upiór, ucraniano упир (upyr), russo упырь (upyr'), bielorrusso упыр (upyr), do antigo eslavo oriental упирь (upir'). (Note-se que muitas destas línguas também integraram posteriormente o termo "vampir/wampir" por influência Ocidental; essas formas são distintas das palavras nativas originais para a criatura.) A etimologia exata não é clara. Entre as formas protoeslavas propostas estão *ǫpyrь e *ǫpirь. Uma outra teoria, com menor divulgação, é a das línguas eslavas terem tomado a palavra a partir de um termo turco para "bruxo" (e.g., o tártaro ubyr).

Acredita-se geralmente que o primeiro uso registado do russo arcaico Упирь (Upir') encontra-se num documento datado de 6555 (1047 AD). É um cólofon num manuscrito do Livro dos Salmos escrito por um padre que transcreveu o livro do glagolítico para o cirílico por encomenda do Príncipe Volodymyr Yaroslavovych. O padre escreve que o seu nome é "Upir' Likhyi " (Оупирь Лихыи), que significa algo como "Vampiro Malvado" ou "Vampiro Louco". Este nome aparentemente estranho tem sido citado tanto como um exemplo do paganismo que à época ainda persistia, assim como do uso de alcunhas como nomes próprios.

Uma outra instância da palavra em russo arcaico ocorre no tratado anti-pagão "Diálogos de São Gregório", datado entre os séculos XI e XIII, onde é registado o culto pagão de upyri.

Vampiros De Energia! Esses sim são reais e você não deve combate-los, mas sim, aprender a conviver com eles!

Fonte: <Blog de Vampiros>
Todos nós os conhecemos! Sabemos como são! Como se vestem! E como agem! E seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim eles sobrevivem. De quem estamos falando? É claro que dos "Vampiros dos filmes", o Conde Drácula e seus amigos, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue (ou energia vital), e que andam pelas sombras em busca de suas vítimas que, na maioria das vezes, não percebem sua presença ou atuação maléfica, mesmo que estejam muito próximos. Aí, o filme termina e os vampiros desaparecem, certo? Errado!

Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, e que convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia”, pessoas de nosso relacionamento diário. Pode ser nosso irmão (a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja qualquer pessoa de nosso convívio, que esta roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.

Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal? Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.

O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais (cósmicas, telúricas, etc), tão abundantes, e ficam desequilibradas energeticamente. Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você.

Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros de energia alheia.

Em reprodução de um trecho da dissertação de Mestrado da Mª Rita De Cassia Bordoni, formada pela PUC-SP, com prévia autorização, podemos ver uma descrição mais ampla do assunto abordado, segue-se na integra:

Vampiros a verdade Oculta - Madras (2006)

"Claude Lecouteux, em História dos vampiros: autópsia de um mito, (2005, p.101-111) diz que “foram formuladas diversas hipóteses sobre o sentido e a etimologia da palavra ‘vampiro’”. Segundo o autor, a palavra varia de acordo com a crença no e/ou conceito que cada povo tem sobre este ser, podendo, de uma maneira geral estar associado: aos mortos, aos lobos, aos demônios, à feitiçaria, à bruxaria, à sombra, à tumba. 

J. Gordon Melton, em O livro dos vampiros: a enciclopédia dos mortos-vivos (1995), dá-nos inúmeras definições de vampiros no decorrer da história, bem como conceitos de “vampirismo”. É interessante porque é comumente dada como “a prática de sugar outrem” ou algo similar.  Mas tanto esse autor como Konstantinos, em Vampiros: a verdade oculta (2006), alertam-nos para o fato de isso não querer dizer, necessariamente, apresar o “sangue” dos outros.  A fonte desse sustento, o seu método de obtenção e a necessidade que ele preenche fez com que Konstantinos (2006, p.19-22) distinguisse em quatro os diferentes tipos de vampiros, que podem ser assim resumidos:

a) Imortais Bebedores de Sangue: são as criaturas chamadas de “vampiros físicos”. São os que mais se assemelham aos mortos-vivos encontrados na ficção popular. Contudo, das diversas espécies étnicas dessa categoria, nem um tipo particular possui sequer a metade dos poderes atribuídos pelos autores e roteiristas aos seus vampiros. São o tipo de vampiro menos provável de existir.

b) Mortais Bebedores de Sangue: desde o princípio da história registrada, mortais comuns têm sentido a necessidade de beber sangue, especialmente o de um inimigo, a uma forma particular de insanidade, a Síndrome de Renfield, que tem esse nome devido a um personagem em Drácula que é um zoófago (comedor de presas vivas). A licantropia e o porfirismo também são doenças associadas às lendas de vampiros: provocam fotofobia, aversão à alho, anemia profunda (que tentavam curar bebendo sangue). São exemplos desses mortais Vlad Drácula, Elizabeth Bathory (A Condessa Sangrenta), Gilles de Rais, Fritz Haarman, John Haigh.
c) Vampiros Psíquicos Não Intencionais: São pessoas que se alimentam da energia psíquica de outros inconscientemente. As razões pelas quais seus corpos assim o fazem variam de caso para caso, mas na maior parte eles “se alimentam” porque precisam da energia extra para sobreviver a alguma doença. Vampiros desse tipo são muitas vezes mais velhos que suas vítimas porque infelizmente, doenças com freqüência assentam-se conforme se envelhece. Essas doenças usualmente esgotam uma pessoa até o ponto no qual seu corpo se alimenta de indivíduos mais jovens para permanecer vivaz. Pode facilmente ser uma criança, ou estar em qualquer outra faixa etária. O fato de que vampiros desse tipo se alimentem sem o conhecimento da vítima fazem-nos perigosos.

d) Vampiros Psíquicos Intencionais: são os mais temidos por duas razões: não podem ser destruídos ou impedidos por quaisquer meios físicos (isto é, uma estaca de madeira ou uma cruz). Por sorte, esses ataques são raramente fatais. Vampiros psíquicos intencionais ordinariamente começam como indivíduos que drenam a energia de outros de propósito (ocasionalmente sob algum tipo de guia de grupo). Quando eles dominam isso, seguem para a projeção astral e alimentação da energia de vítimas dormindo. Eventualmente, como todos nós fazemos, esses indivíduos morrem. Nessa hora, tornam-se entidades ligadas à Terra que necessitam continuar se alimentando de maneira previamente descrita para sobreviver. Eles usam a energia psíquica que absorvem para proteger seus próprios corpos astrais da deterioração. "

Podemos observar as duas últimas descrições, que para nosso estudo serão mais importantes, tendo em vista, podemos concluir sumariamente, que todos somos vampiros de energias. Como diria meu caro amigo Silvio Alves Branco: "Já pensou em um aperto de mão ter suas energias roubadas?" É uma pergunta bem estranha mas extremamente crucial para nosso estudo seriamos nós capaz de tal feito?

Segundo Vera Caballero, orientadora metafísica e professora de bioenergias e proteção psíquica, SIM! Nós somos capazes de tal feito e mais de outras formas e maneiras inusitadas também. Como a própria menciona em um artigo na internet existem 10 tipos de "sugadores energéticos", seguem eles:

• Vampiro Cobrador;
• Vampiro Crítico;
• Vampiro Adulador;
• Vampiro Reclamador;
• Vampiro Inquiridor;
• Vampiro Lamentoso;
• Vampiro Pegajoso;
• Vampiro Grilo-Falante;
• Vampiro Hipocondríaco;
• Vampiro Encrenqueiro;

Agora Vejamos ainda a definição de cada um desses seres e como evita-los, se você leitor se identificar com algum, sim, você é um vampiro.(Mas não me vá sair mordendo pescoços por ai e botar a culpa em mim)


a) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porque não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

b) Vampiro Crítico: é aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.

c) Vampiro Adulador: é o famoso "puxa-saco". Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

d) Vampiro Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

e) Vampiro Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.

f) Vampiro Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.

g) Vampiro Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

h) Vampiro Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

i) Vampiro Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

j) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Bom agora que sabe tudo, ou quase tudo... ta na hora de fazer o que eu mais gosto de indicar: Pesquise!






Artigo feito Por Maxwell Candido
fontes de pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre

Pra quem Não conhece: Madras Editora!



"A Madras Editora, é uma editora brasileira, considerada a maior editora holística e maçônica do Brasil. Sua sede se localiza no bairro de Santana, zona norte da cidade de São Paulo. Dentre alguns de seus títulos de estão: "A Lei da Atração", "Matrix - Bem-vindo ao deserto do real", "A Revolução Luciferiana", "O Livro de Hiram", "A Biblioteca de Nag Hammadi", "O Mistério do Pergaminho de Cobre de Qumran", "Sistemagia - O Conhecimento Essencial para a Educação Mágica", "Dogma e Ritual de Alta Magia", etc."



História:


A Madras Editora estabeleceu-se em setembro de 1995, no Alto de Santana, cidade de São Paulo. Desde então a Madras Editora mantém sua posição de expoente no segmento holístico (Holus vem do grego, e significa totalidade); portanto, a Madras é uma Editora Holística, e na filosofia, o Todo expressa as relações entre Deus, o Homem e o Universo.
Possui um acervo de mais de 1.800 títulos apresentando diversos títulos dos seguintes temas:Thelema, Ocultismo, Filosofia, Maçonaria, Pedagogia, Alimentação, Umbanda, História, Wicca, Mitologia, Psicologia, Hermetismo, Jurídico e Infanto-Juvenil.




O Curioso nome:


Madras era o nome da atual cidade de Chennai, capital e maior cidade do estado de Tamil Nadu, na Índia. Tem 6,8 milhões de habitantes, a quarta maior cidade do país e é um centro industrial, comercial e portuário na Baía de Bengala. A cidade de Madras é o lugar onde foi instalado o escritório central da Sociedade Teosófica, da legendária fundadora e escritora russa Mme.O nome da empresa foi escolhido porque Madras é o lar de muitos deuses do panteão hindu, o berço de Rama e de uma grande civilização.

A Logomarca:


Ganesha (ou Ganesh) é a divindade hindu que representa a sabedoria, conhecido por remover os obstáculos da vida. Na Índia, o elefante é um animal muito respeitado e amado, e Ganesha é considerado o mais popular dos deuses. Ganesha é ainda a divindade responsável pela escrita e pelas letras.

Para Saber Mais:


Como Diria "Tio Alê", PESQUISE!
Agora, se quiser comprar livros MARAVILHOSAMENTE, perfeitos... Bom acesse o site da melhor editora Holistica e Maçônica do BRASIL - se não do mundo -


Fonte de pesquisa: Wikipedia a enciclopédia Livre.